O modelo salarial de Stephen Noh do The Sporting News, dá à extensão o maior excedente de valor do defeso, mas o rendimento nos playoffs e a titularidade no cinco continuam por confirmar.
Primeiro, um pormenor: isto foi uma extensão, não uma ida ao mercado. Os Celtics tinham acionado a team option para 2026/27, por isso o Neemias não podia sequer negociar com outras equipas este verão. Só o poderia fazer como free agent no final da próxima época. Ao assinar agora, troca essa hipótese por segurança: blinda-se contra uma eventual lesão ao longo do ano que aí vem, que lhe poderia custar caro.
Que ficou abaixo do máximo projetado, ficou. O Bobby Marks (ESPN) sublinhou que era elegível para uma extensão até 93 milhões, e fechou nos 56. Mas há um fator que ajuda a aceitar isso: é o primeiro grande contrato da carreira. Depois de anos em contratos two-way e um contrato mínimo, 56 milhões totalmente garantidos pesou certamente na decisão.
E depois há o resto, que já não é só dinheiro: acredito que o Neemias valoriza a organização, o sistema, a relação com o Mazzulla e sobretudo o quanto evoluiu nestes anos em Boston. Sentirá que é aposta do front office e da equipa técnica, e que as suas qualidades são potenciadas e apreciadas. É um contrato team-friendly? Sim. Mas somando tudo, entendo perfeitamente que o Neemias tenha querido fechar negócio.
Achas que foi um valor justo ou o Neemy preferiu estabilidade e menos dinheiro do que se aventurar noutra equipa que lhe pagasse mais?
Primeiro, um pormenor: isto foi uma extensão, não uma ida ao mercado. Os Celtics tinham acionado a team option para 2026/27, por isso o Neemias não podia sequer negociar com outras equipas este verão. Só o poderia fazer como free agent no final da próxima época. Ao assinar agora, troca essa hipótese por segurança: blinda-se contra uma eventual lesão ao longo do ano que aí vem, que lhe poderia custar caro.
Que ficou abaixo do máximo projetado, ficou. O Bobby Marks (ESPN) sublinhou que era elegível para uma extensão até 93 milhões, e fechou nos 56. Mas há um fator que ajuda a aceitar isso: é o primeiro grande contrato da carreira. Depois de anos em contratos two-way e um contrato mínimo, 56 milhões totalmente garantidos pesou certamente na decisão.
E depois há o resto, que já não é só dinheiro: acredito que o Neemias valoriza a organização, o sistema, a relação com o Mazzulla e sobretudo o quanto evoluiu nestes anos em Boston. Sentirá que é aposta do front office e da equipa técnica, e que as suas qualidades são potenciadas e apreciadas. É um contrato team-friendly? Sim. Mas somando tudo, entendo perfeitamente que o Neemias tenha querido fechar negócio.
Um abraço!